SEGUNDA-FEIRA

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Jornalista que caiu na besteira de torcer para o Fluminense. É o único, além dos dirigentes e outors torcedores, que acredita no tricolor carioca. Sua coluna é um exercício de literatura e a cada semana uma história do cotidiano carioca ilustra a situação do seu tricolor.
Maré é cruzeirense roxo (ou celeste) e por isso mesmo não poupa quem tenta acabar com a Raposa, sejam dirigentes ou torcedores do Atlético. Seu estilo é bem leve, mas também pode pegar pesado, se for preciso. Suas discussões com Clécio Menezes são históricas, até quando se ignoram.
Mário Couto Silveira é ex-vendedor de carros, que passou a vender sanduíches em porta de estádio e entende tudo de futebol, sem sequer ir às arquibancadas. Seu contato com o lado de dentro é um fiel radinho de pilha. Fala a linguagem do povo porque está lá com a galera.
São Paulino sensato. Torcedor que tem como arma a razão, embora nunca perca a chance de fazer piadas insensatas sobre corintianos, palmeirenses, santistas e lusitanos. É um teórico do futebol e está sempre enaltecendo o tricampeão mundial. Sempre acha que o São Paulo pode ser ainda maior do que já é.

 

TERÇA-FEIRA

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Jornalista fanático pelo Atlético Paranaense. Está sempre de mal humor e não deixa passar nada sobre o rival Coritiba, principalmente sobre Mário Couto Silveira. Sempre sobra também pra algum representante do clube, se o que eles tenham feito for prejudicial ao Furacão.
Comentarista esportivo, apaixonado por futebol, observador nato, bom bebedor, bom garfo e bom papo. Eis Fábio Fofão, mais um comentarista desocupado neste site. Ele tem seu próprio blog, mas solta sua verve certeira, mesmo atirando para todos lados, aqui também.
Vascaíno de coração e religião. Por pior que o time esteja, por mais trapaças que seus dirigentes façam, Figueira sempre vê um pouco de razão e genialidade nesses atos, embora ao final defenda mesmo é o Vasco. Pior do que o seu Vascão perder é o Flamengo vencer. Melhor ver o Diabo do que urubu pela frente.
Rodrigues é natural do Porto. Publicitário, já foi treinador de juniores na Terrinha, mas desistiu por ser passional demais, o que se pode perceber em suas colunas, escritas por quem é mais um torcedor do que um analista. Sua clareza de pensamentos faz a Lusa grande até mesmo nas derrotas.

 

QUARTA-FEIRA

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Palmeirense fanático. Tem a tendência natural de bater boca com corintianos, principalmente com o representante alvinegro do Comentários.com, Sérgio Arrolhos, embora também não perca nenhuma oportunidade de fazer piadas com são paulinos, santistas e lusitanos, porque ninguém é de ferro.
Se tem alguém que torce para o Atlético Mineiro, esse alguém é Clécio Menezes. É jornalista e escreve sobre economia, mas preferia viver escrevendo apenas sobre o Galo. Foi jogador de futebol nas divisões de base, mas nunca passou de um perna-de-pau, segundo seu treinador.
Botafoguense dos novos tempos: acredita que o Botafogo ainda é um grande time (embalado pelo título brasileiro de 95), mas vive desiludido com a atual situação do seu alvinegro. Carioquíssimo, na falta do que defender em seu clube, defende mesmo o futebol carioca e o passado do seu Botafogo, com um texto de primeira.
Um grupo de vagabundos perambulando pelos botecos mais sujos (e outros nem tanto assim) do Brasil? Onde houver hectolitros de chope e cerveja à venda e uma televisão para ver um jogo, essa turma estará por lá e indicará o estabelecimento na coluna semanal. Não saia pra ver qualquer jogo ou pra beber antes de ler essas bêbadas linhas.

 

QUINTA-FEIRA

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Acreditem se quiser, mas Ventura é torcedor legítimo do América do Rio de Janeiro. Legítimo também é o seu amor pela capital carioca, onde nasceu e se formou como fotógrafo esportivo. Ventura é apaixonado pelo América, mas nunca saudosista, pois é um americano da nova geração e acha que o clube vai voltar a ser o que era.
Esse é metido a besta. Suas colunas falam sobre o futebol nacional e geralmente o foco são os cartolas e suas maracutaias. Mas ninguém o leva muito a sério, mesmo porque corre a lenda de que é a única pessoa que torce para um time em cada Estado. Ele afirma ser "apenas" vascaíno, palmeirense, ameriquinha e remista.
Usa sua experiência para defender os direitos dos times do norte e nordeste. Remista, nascido em Belém do Pará, Fontana defende um campeonato brasileiro de 180 clubes ou mais. Acredita que o futebol destas regiões representa o verdadeiro e legítimo futebol brasileiro, contra os paulistas, gaúchos, cariocas e mineiros.
O cidadão chega para tumultuar. Encrenca com os demais comentaristas, mas e daí? Boa-praça como só ele, ninguém liga. Ele faz do Internacional sua verdadeira paixão e o resto que se dane. Ataca o representante do tricolor gaúcho, João Gândara Jr.. Manda ver no bom-humor e, apesar de ser técnico em computação, não é que escreve bem?

 

SEXTA-FEIRA

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Anthony é santista roxo e francês. Sim, o sujeito é francês. Vão perguntar: "como pode"? Não precisa quebrar a cabeça, sua história diz por si: ele vendia churrasco grego no sul da França e resolveu se escafeder pro Brasil só porque aqui estava o Santos Futebol Clube. Hoje é pescador em Santos, bom de copo e destila sua verve por aqui.
Gândara é um gaúcho autêntico. Torcedor do Grêmio "desde sempre", está onde o Grêmio estiver, sempre de olho no seu Tricolor. Jornalista, radialista, ator e empresário, devoto do futebol mais romântico, tem um texto mais apurado, mas isso não quer dizer que não vá responder às provocações, de colorados principalmente.
O Corinthians é a sua vida. Tem a tendência de opinar como se torce: na mais absoluta parcialidade, como se tivesse um tacape na mão. Mas não se iluda, o texto demonstra uma habilidade ímpar. Sacanear palmeirense é sua diversão, é seu esporte, e seu sarcasmo está a serviço disso.
Iugoslavo, compatriota do Petkovic, adora futebol, mulher, chope, rock, samba e confusão. Nasceu em Zagrev, mas é montenegrino por etnia. Detesta os vascaínos, como todo flamenguista. Engenheiro cuca-fresca, prefere as coisas boas da vida, como o Mengão e o velho Maraca. Impossível não rir com seus textos.

 

SÁBADO

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Essa mulher bate um bolão. Rute Rednail entende de futebol, de cama, de mesa e de banho. Mas prefere mesmo é um bom copo. Rute vai mexer na memória da Seleção Brasileira e no coração verde e amarelo dos nossos parcos leitores. E esperamos que seja só isso. Essa mulher pode ser um doce, mas, acredite, ela não está pra brincadeira.
 

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